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Poesias sem licença para CARLOS MARIGHELLA

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Poesias sem licença para CARLOS MARIGHELLA
Carlos Pronzato

 

Em nossas escolas, estudam-se as invasões francesas e holandesas, que se impuseram com armas e corsários, como no futuro haverão de investigar a invasão hodierna do FMI, onde o garroteé substituído por retaliações, a rendição por acordos, as baionetas pelo fluxode capitais, os saques por juros e amortizações, os chefes de armadas por ministros da Fazenda subservientes à metrópole.A história é também um jogo semântico. Embora os telejornais, hoje, pronunciem "guerrilheiros", onde antes diziam "terroristas"; "ditadura", onde antes falavam "governo"; "torturas", onde antes mencionavam "abusos"; o nome de Carlos Marighella ainda não se livrou da pronúncia clandestina. Há quem prefira silenciá-lo para não sentir-se questionado pelo que ele significa de firmeza de convicções e, sobretudo, idealismo centrado no direito de todos os brasileiros à dignidade e à justiça. Por fidelidade a suas origens operárias, rompeu com o PCB para aderir ao primado da ação. Estava cansado de documentos e palavras, quando o momento exigia, como ainda hoje, mudanças radicais na estrutura social brasileira.Uma nação ou uma pessoa que se envergonha de sua própria história corre o risco de perder raízes e identidade, qual colonizado que louva o colonizador e procura imitá-lo. A vida de Marighella foi um gesto de oblação. Depois de morto, ele prossegue desafiando a generosidade dos vivos, e apontando, para o nosso país, um caminho de futuro, onde todos tenham saúde, educação, trabalho e moradia. É o que basta. Frei Betto

 

Revolucionário comunista, vítima de prisões e tortura, parlamentar, Carlos Marighella atuou nos principais acontecimentos políticos do Brasil entre os anos 1930 e 1969, e foi considerado o inimigo número 1 da ditadura militar brasileira.Os anos passaram e de repente novas gerações começaram a perguntar de Marighella sem pranto e sem coroas de flores. A juventude que não participara dos acordos nem vivera o medo sistêmico, queria saber de sua vida, sua obra, suas ações, seus ensinamentos.Quando começou esse processo, apareceu Carlos Pronzato querendo fazer um filme sobre Marighella. E nos brindou com uma obra que fala mais de sua vida que de sua morte, que discute suas concepções ao invés de julgá-lo. Carlos Marighella: Quem samba fica quem não samba vai embora. E ajudou a resgatar a dimensão do revolucionário, mostrando que antes de mártir Marighella é vida. Que aqueles tiros mataram seu corpo, mas não suas propostas.Pronzato, Carlos como Marighella, faz filmes e também faz prosa. Pasme, Carlos é poeta. Como Marighella. E agora conta em versos quem é Marighella.Declara sem pudor:“Luta armada? Não empunhaste armas Empunhaste a alma!” Carlos Eugênio Paz, Clemente

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