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DVD - A Guerra do Gás

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bolívia • a guerra do gás

um documentário de Carlos Pronzato


O  conflito começou em 2002, quando o presidente Jorge Quiroga propôs construir um gasoduto através do território boliviano e chileno, até o porto de Mejillones, no Chile, a rota mais direta até o Oceano Pacífico. Contudo, o antagonismo contra o Chile é muito profundo na Bolívia devido à perda de sua saída para o mar na Guerra do Pacífico (1879-1884). Pouco antes das eleições presidenciais de julho de 2002, Jorge Quiroga adiou a execução do gasoduto.Gonzalo Sánchez de Lozada, empresário que ganhou as eleições presidenciais de 2002, indicou sua preferência pela opção do porto de Mejillones. Durante o ano de 2003, reavivou-se um período de crise social e política, que gerou protestos exigindo a nacionalização dos hidrocarbonetos. Os protestos foram dirigidos pelos representantes do campesinato e mineiros de diferentes regiões do país, destacando-se os dirigentes indígenas Evo Morales, dirigente sindical cocaleiro de trópico de Cochabamba e Felipe Quispe, dirigente campesino.A Pacific LNG, a British Petroleum e a Repsol YPF haviam previsto um investimento de três bilhões de dólares em território chileno. O preço da venda de gás seria menor em dólar por milhar de VTU e os lucros aproximados eram de um bilhão de dólares, dos quais o estado boliviano somente receberia 18%, ou seja, 180 milhões de dólares por ano.Os planos passavam por exportar o gás pelo Chile e vender a baixo custo à Califórnia e ao México. O autoritário Gonzalo Sánchez de Lozada ratifica sua decisão publicamente quando em cadeia nacional diz "o Estado sou eu" e que não pretendia ceder às reclamações da oposição política (liderada pelo movimento ao socialismo).A população da cidade de El Alto, juntamente com os povos andinos que chegaram à cidade para reclamar sobre a exploração do gás, são os protagonistas principais do conflito de outubro de 2003. Ele iniciou por volta dos primeiros dias de outubro, especialmente quando El Alto celebra uma parada cívica. Militares bem armados começam a disparar contra a população indefesa, armada de paus e pedras. Helicópteros começam a disparar contra os tetos das casas e constantes denúncias de que assessores norte-americanos estão na Bolívia crescem nos meios de comunicação. No conflito morreram por volta de 65 pessoas, e os líderes das organizações clamaram pela renúncia de Sánchez de Lozada. As marchas contra Sánchez de Lozada se estenderam a todo o território do país, inclusive na capital La Paz. Diante de toda a pressão e o clima hostil formado, em 17 de outubro Sánchez de Lozada decide fugir do país, deixando sua renúncia no congresso. As imagens de televisão mostravam o momento em que assumia a presidência Carlos Mesa, ao mesmo tempo em que Sánchez de Lozada abandonava o país, rumo aos Estados Unidos.

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