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DVD-ACABOU A PAZ!

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ACABOU A PAZ! Isto aqui vai virar o Chile!
Escolas ocupadas em São Paulo

um documentário de Carlos Pronzato

O projeto de “reestruturação” da educação básica, do governo Geraldo Alckmin, previa o fechamento de 93 escolas das quais 25 na capital, com a justificativa de “especializar” cada instituição em apenas um ciclo de ensino. Essa ação do Estado não iria melhorar a qualidade de ensino, estão apenas preocupados em cortar investimentos na Educação. Se isso ocorresse iria prejudicar muitos pais de família e alunos que teriam que se deslocar por grandes distâncias para conseguirem acesso à educação.Além das 93 escolas citadas, outras 1.464 unidades estariam envolvidas na reconfiguração, mudando o número de ciclos de ensino. Segundo a secretaria, 311 mil alunos teriam de mudar de escola, de um total de 3,8 milhões de matriculados. A mudança atingiria 74 mil professores. A medida teve amplo rechaço entre estudantes, familiares, professores e servidores das escolas, que organizaram mobilizações contra o projeto, culminando na ocupação de mais de 200 escolas.O projeto era mais uma ação de precarização do ensino público engendrado pelo Governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Lembrando o que já esta em vigor: a aprovação automática, a falta de contratação de professores de todas as matérias e a não utilização integral dos livros didáticos comprados. Hoje só repetem os alunos que não comparecem durante todo ano.A coragem, a autonomia, a horizontalidade e a solidariedade demonstradas pelos secundaristas, aliado ao apoio popular deixousua marca na história das lutas populares do Brasil. Uma luta pela educação de qualidade como um direito de todos e dever do Estado.

 

CHILE
O paralelo que se faz em relação as manifestações ocorridas no Chile, mostra que a prática destes governos neoliberais, obedecem a uma mesma cartilha, precarizar tudo que é da responsabilidade do Estado, saúde, educação, para privatizar. O sucateamento da educação é a fórmula ideal para eles, quanto mais ignorância, mais corrupção. A mobilização estudantil de 2006 no Chile corresponde a uma série de manifestações realizadas por estudantes secundaristas, conhecida informalmente como La Rebelión Pingüina devido ao tradicional uniforme utilizado pelos estudantes. Estima-se uma adesão de mais de 600.000, tornando-se o maior protesto de estudantes na história do Chile para a melhoria do ensino público. 

Tudo começou com um protesto no dia 31 de maio, quando mais de 600 mil secundaristas foram às ruas de todo o país para lutar por melhores condições de ensino. As manifestações, as maiores já registradas desde 1972, atingiram a capital Santiago e outras cidades como Valparaíso, Arica, Iquique, Concepción, Temuco e Puerto Montt. Os estudantes reivindicavam a gratuidade para a Prova de Seleção Universitária (PSU), o vestibular de lá.Eles também exigiam a revogação da Lei Orgânica Constitucional de Ensino (Loce), promulgada na ditadura do general Pinochet. Tal lei provocou ao longo dos anos grande desequilíbrio entre as escolas públicas, pois repassou às prefeituras a responsabilidade pela educação pública, aumentando as desigualdades entre as escolas de regiões pobres e ricas. Os estudantes exigem o fim da municipalização do ensino e defendem que a educação pública volte a ser responsabilidade do governo nacional. Uma frase símbolo do movimento é “El cobre por el cielo. La educacion por el suelo. O slogan é um protesto contra o sucateamento da educação, que se encontraria no solo, enquanto o cobre, principal riqueza do país, tem seu preço nos céus e rende divisas não repassadas para o povo. Durante os protestos, houve uma brutal repressão policial contra os ativistas. A polícia militar chilena marchou com seus esquadrões sobre os manifestantes e prendeu mais de 700 ativistas. Mas a “revolta dos pingüins conquistou a simpatia do país. De tal maneira que Bachelet teve que demitir o chefe da polícia depois da repressão. 


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